SALÁRIO MÍNIMO 2023 foi aprovado com AUMENTO; veja o valor do novo salário mínimo 2023 confira

O salário mínimo passa por um reajuste todos os anos com base na inflação registrada no período - medida de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Na última terça-feira (12), o Congresso Nacional aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023, a qual prevê um novo valor para o salário mínimo 2023.

Agora, o texto segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Vale ressaltar que o INCP mede a inflação oficial do país em conjunto com o Produto Interno Bruto (PIB). Mas um valor preciso só pode ser fixado ao final de cada ano, com uma avaliação concreta dos 12 meses.

Desse modo, até o fim de 2022, várias propostas de salário mínimo 2023 podem ser feitas.

A oficialização do salário mínimo deve acontecer somente em janeiro de 2023.

SALÁRIO MÍNIMO 2023 VALOR; QUAL O VALOR DO SALÁRIO MÍNIMO 2023; QUANTO VAI SER O SALÁRIO MÍNIMO EM 2023


A LDO prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem.

O aumento do salário mínimo em 2023 irá evitar apenas as perdas inflacionárias. Na prática, os trabalhadores seguem sem um ganho real com a alteração do valor.

O novo valor foi baseado considerando uma inflação de 3,3% e um PIB de 2,5%.

O texto aprovado também autoriza um novo salário mínimo para a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Penitenciária, além das polícias Civil e Militar e bombeiros militares do Distrito Federal.

Desse modo, o salário mínimo 2023 em questão possui um valor 6,77% maior em comparação com o salário mínimo deste ano, que é de R$ 1.212.

O valor do salário mínimo 2023 está abaixo do previsto pelo Ministério da Economia - que estimou um aumento para R$ 1.310, 17.

SALÁRIO MÍNIMO 2023 APROVADO; SALÁRIO MÍNIMO 2023 FOI APROVADO


O salário mínimo 2023 de R$ 1.294 foi aprovado na Câmara dos Deputados com 324 votos a favor e 110 contra.

Já no Senado, o placar foi 46 a 23.

A sessão no Congresso foi iniciada na segunda-feira (11), mas o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), adiou a votação para a terça (12).

O novo valor foi aprovado e seguiu para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.
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