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Pensei que tinha jogado minhas roupas, diz pai do menino arremessado do 4º andar

Pensei que tinha jogado minhas roupas, diz pai do menino arremessado do 4º andar

Caso aconteceu em Maceió (AL); o casal deu versões diferentes sobre uma briga entre eles que resultou no crime

O pai do menino, de 6 anos, arremessado pela madrasta do 4º andar de um prédio em Maceió, disse, em entrevista à TV Gazeta, afiliada da TV Globo em Alagoas, que não achou que a companheira jogaria o filho dele pela janela. "Pensei que tinham sido as minhas roupas que ela tinha jogado", afirmou.

A mulher, de 31 anos, que não teve a identidade revelada, foi presa e confessou o crime à polícia. Ela disse ainda que está "arrependida" pelo o que fez com o menino. O caso aconteceu na segunda-feira, 23, e o garoto está internado com ferimentos no rosto e escoriações pelo corpo. A criança vivia com o pai e a madrasta há cerca de 8 meses, desde que a sua mãe biológica faleceu.

Em entrevista à TV, o casal deu versões diferentes sobre uma briga entre eles que resultou no crime.

Versão da madrasta

Segundo a mulher, os dois filhos dela, de 12 e de 14 anos, e o filho dele, de 6 anos, estavam dentro de casa durante a briga do casal e ela jogou o filho dele porque o marido a agrediu e ameaçou o filho dela.

"Ele ficou ameaçando o meu filho, dizendo 'vou matar seu filho', meu filho de 14 anos. A gente dentro de casa discutindo, ele deu um murro que quebrou os meus óculos, pegou na minha boca. Meu filho foi para cima dele dizendo 'não tio, não tio, não faça isso não'", contou.

"Eu disse a ele, se você matar o meu filho, eu mato o seu também. Foi na hora que eu peguei o filho dele e joguei", continuou. De acordo com a mulher, um vizinho interveio no momento da briga e segurou o marido.

Versão do pai

Já o pai do garoto afirmou que estava bebendo com a esposa na área comum do condomínio em que moram e decidiu subir para o apartamento antes dela.

"A gente sempre brigava por causa de ciúmes, mas eu não imaginei que ela fosse capaz de fazer isso com o meu filho. A gente saiu para se divertir um pouco, bebeu. Eu subi para casa, dei banho nele, coloquei para deitar, tomei banho e fiquei aguardando ela subir, mas ela não subiu. Eu desci para ver se ela ainda estava por lá bebendo e a vi brigando com a própria colega", disse.

Ainda conforme o homem, a mulher ficou com raiva porque ele não a apoiou durante a discussão. "Foi entre elas. Ela ficou com raiva porque eu fiquei, praticamente, a favor da [outra] mulher. No momento que ela subiu, disse 'vou matar ele agora'. Eu pensei que fosse comigo, mas não foi. Ela falou com o meu filho."

"Na hora que ela entrou, eu escutei quando o filho dela disse 'mãe, isso não'. Aí já escutei a zoada embaixo. Quando eu subi, ela não estava mais dentro de casa nem estava o meu filho deitado. Quando eu olhei pela janela, já ouvi o povo gritando", relatou à TV.

Ele ainda negou que ameaçou o filho mais velho da mulher.

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