Vítimas de ginecologista acusado de abuso sexual afirmam que ele tentava fazer atos em pacientes

O ginecologista é acusado de masturbar durante as consultas com carícias e toques sexuais

Acusado de diversos crimes de assédio sexual contra pacientes, que incluem tentativas de masturbação, o médico ginecologista peruano, naturalizado brasileiro, Gonzalo Arturo Buleje Revatta, 51, vai responder em liberdade. Segundo o G1, as vítimas eram pacientes do médico na clínica em que ele é o proprietário, em Rosário, no Maranhão.

Um dos crimes, registrado na última segunda-feira (25), a vítima, 26, relatou que foi abusada sexualmente pelo acusado. De acordo com sua denúncia, durante a consulta, o médico acariciou e tocou, por vários minutos, a vítima. Na ocasião, a mulher também teria sido colocada em diversas posições sexuais com perguntas de cunho erótico.

Nós entendemos que uma consulta, um exame ginecológico existe o limite de alguns contatos, de alguns procedimentos médicos devem ser adotados. Entretanto, a situação trazida pela vítima foge de qualquer padrão de legalidade", declarou o delegado de Rosário, Ivônio Ribeiro.

Vale ressaltar que, em razão de outras ocorrências da mesma natureza, Gonzalo Arturo foi preso em flagrante. Na ocasião, o médico foi encaminhado para a Unidade Prisional de Rosário e o Ministério Público chegou a pedir pela conversão da prisão em preventiva, mas o médico foi solto na Audiência de Custódia.

Contudo, o ginecologista teve que entregar o passaporte, foi proibido de viajar para cidades fora da comarca de Rosário e de entrar na Super Clínica da Família, onde ele é proprietário e fazia os atendimentos. Ele também teve o direito de exercer a medicina suspenso pela Justiça.

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