Caso Henry: juíza manda soltar Monique Medeiros e explica o motivo; Jairinho continuará preso

Monique Medeiros ficou conhecida em todo o Brasil no ano passado, após ser presa acusada de participação na morte do filho, o menino Henry Borel, de 5 anos. Henry foi morto na madrugada do dia 8 de março. Um mês depois, Monique e o namorado, o vereador Dr. Jairinho, foram presos.

Os dois foram acusados de participação na morte do menino, que chegou ao hospital na madrugada do dia 8 com ferimentos pelo corpo. O caso Henry repercutiu em todo o Brasil. O pai dele, Leonel Borel de Almeida clama por Justiça desde então.

Desde outubro do ano passado, o agora ex-casal Monique e Jairinho é julgado pela Justiça. Nesta terça-feira (5), a juíza Elizabeth Machado Louro, que atua na 2ª Vara Criminal, no Rio de Janeiro, determinou que a mãe de Henry seja solta.

Monique vai para casa e terá que usar tornozeleira eletrônica. Em seu despacho, a juíza justifica que Monique tem recebido ameaças dentro da prisão e que a manutenção da prisão dela não garante a ordem pública. Monique não poderá manter contato com terceiros, apenas com familiares e integrantes de sua defesa. A decisão já repercute nas redes sociais.

O advogado de Monique, Thiago Minagé, comemorou a soltura de sua cliente “após um ano de ataques, ofensas e agressões”, disse o profissional. O processo continua. Monique deve ir para a casa da mãe, em Bangu, zona norte do Rio. O pai dela morreu no ano passado.

Jairinho permanecerá preso

Jairo Souza Santos Júnior, o ex-vereador Dr. Jairinho, seguirá preso. A decisão da juíza não contempla o padrasto de Henry. Além da acusação de ter assassinado Henry, Jairinho passou a ser investigados por outros crimes. Ex-namoradas o denunciaram a polícia.

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