Petrópolis: 50 anos depois, neta morre da mesma maneira que avó

Nesta semana, o município de Petrópolis, no Rio de Janeiro, foi atingido por fortes chuvas que geraram inundações, deslizamentos de terra e soterramentos. Até o momento, 120 mortes foram confirmadas.

Cecília Fioresi, de 40 anos, está entre as vítimas fatais da recente tragédia. Sua história gerou comoção nacional. Há 50 anos, sua avó morreu soterrada da mesma maneira, em decorrência de um temporal que atingiu Petrópolis, em novembro de 1971.

Na ocasião, a casa de Cecília Eler, de 55 anos, desabou. Ela não resistiu e morreu no local. De maneira trágica, a história se repetiu depois de meio século com sua neta, que recebeu o mesmo nome em sua homenagem.

De acordo com informações publicadas na última quinta-feira, 17, pelo portal de notícias UOL, Fioresi era administradora e na terça-feira, 15, estava trabalhando em um novo emprego quando o prédio da empresa foi atingido por um deslizamento e desabou.

Cecília deixa um filho de seis anos e uma mãe, dona Nadir, de 72 anos, que mais uma vez perdeu um ente querido para as chuvas torrenciais que castigam a Cidade Imperial.

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