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O pedreiro começou a praticar os crimes em 2008 quando as vítimas eram crianças e adolescentes, inclusive sua filha que na época só tinha 11 anos de idade, segundo a investigação realizada, foi à primeira vítima dos estupros de vulnerável.

De acordo com o delegado Torquato Mozer, titular do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP), que coordenou a investigação desde o início, o pedreiro é acusado de estuprar a própria filha, a sobrinha e duas enteadas, por mais de dez anos.

Depois de estuprar a filha, o pedreiro iniciou os abusos sexuais contra a sobrinha 13 anos de idade e, quase na mesma época, começou a violentar também as enteadas de 7 e 12 anos, sem que nenhuma das mães ou pais tivessem conhecimentos dos crimes do pedreiro.

Todas as jovens estupradas confirmaram que o pedreiro praticava os estupros e outros abusos sexuais, mediante ameaças e sempre que ficava sozinho com as mesmas na casa onde todos moravam juntos.

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